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Barbara Weldens

Há suspeitas de que cantora francesa tenha morrido eletrocutada.

Uma cantora francesa morreu, esta quarta-feira, durante um concerto no festival Léo Ferré, que decorreu em Goudron, no departamento de Lot, França.

Barbara Weldens atuava na igreja de Cordeliers quando colapsou, por volta da meia-noite. Segundo a imprensa francesa, suspeita-se que tenha sido eletrocutada.

A causa da morte ainda não é, porém, clara, uma vez que as investigações ainda estão a decorrer. Homenagens à artista de 35 anos estão já a ser feitas nas redes sociais, com destaque para o Twitter.

Barbara Weldens lançou o seu primeiro álbum em fevereiro 2017 e estava no meio de uma digressão.

Entre as maiores influências de Barbara Weldens estava o cantor belga Jacques Brel, autor de “Ne me quitte pas” e “La valse à mille temps”, tendo a artista conquistado o primeiro prémio no Concurso de Jovens Talentos 2016, do Festival Jacques Brel.

No ano passado foi igualmente distinguida com os prémios Revelação e Criatividade da Academia Charles Cros.

Barbara Weldens cresceu nos circos, como destaca a sua biografia ‘online’, onde aprendeu acrobacia e trapézio, com os seus pais.

Na adolescência, ouvia sobretudo as canções de Brel e de Barbara, que a inspiraram. Começou “secretamente a compor e a cantar”, lê-se no seu sítio na internet.

No final de 2011, optou pela carreira musical, com Le Collectif TDP, com quem assumiu a direção do Théâtre de Pierres, em Fouzilhon.

O álbum de estreia, “Le grand H de l’homme”, teve origem nas oficinas artísticas deste projeto, a que se associaram os músicos Marion Diaques e Barbara Hammadi, que passaram a acompanhar Barbara Weldens.

“Le grand H de l’homme” contou com arranjos de Cédric Riche, Christophe Boucher e de Barbara Hammadi.

Fonte: Noticias ao Minuto