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Uma mulher foi morta pelo marido, este domingo, em Ponte de Lima.

Uma mulher foi morta pelo marido, este domingo, em Ponte de Lima.

pergunta é o objeto de um estudo desenvolvido em Espanha e cujos resultados preliminares são divulgados pelo El País este domingo, dia em que uma mulher foi morta pelo marido em Portugal, mais precisamente em Ponte de Lima.

Em primeiro lugar, vale a pena frisar, segundo o psicólogo José Luis González, que “não existe um padrão único” e que a “violência de género não pode ser tratada como um fenómeno homogéneo, porque é heterogéneo e multicasual”.

Com base em entrevistas com familiares, amigos, colegas de profissão, médicos e assistentes sociais de casais em que se registaram homicídios, os investigadores chegaram à conclusão de que, no caso dos homens, as variáveis psicossociais mais comuns são “socialização de cultura sexista, aumento de discussões, processo de separação com ou sem filhos, infidelidade, escassa tolerância, sensação de abandono ou perda e stress”.

Já no caso das mulheres, é recorrente detetar essencialmente “maus-tratos prévios, baixa autoestima, dependência emocional ou financeira, falta de apoio social/familiar, situação de imigração e vícios”.

Segundo os investigadores, 20% dos homicidas podem ser considerados psicopatas com dificuldades em integração social com antecedentes criminais, 30% são emocionalmente instáveis e 5% são considerados psicóticos.

A primeira análise do estudo permitiu concluir ainda que, em 45% dos casos, a morte é imprevisível, porque não era conhecido ao casal um histórico de violência recorrente.

Fonte: Noticias ao Minuto