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O aumento da confiança na economia e na própria situação financeira está a levar os portugueses a aderir a comportamentos mais virados para as despesas.

O aumento da confiança na economia e na própria situação financeira está a levar os portugueses a aderir a comportamentos mais virados para as despesas.

Este ano, quase 10 em cada 100 portugueses estão a planear gastar mais e apenas 5 em cada 100 está a pensar poupar mais do que em 2016.

O mais recente estudo Observador Cetelem dá nota de uma aposta maior nos gastos, numa época em que a confiança está a voltar à economia. As grandes responsáveis pelas intenções de aumentar os gastos parecem ser as alturas de descanso: “Lazer/Viagens é a categoria a registar uma tendência mais elevada de intenção de compra: mais de metade da população (58%) prevê ir de férias entre julho e setembro, sendo que, destes, 51% pensa passar férias em Portugal fora do seu local de residência e 11% no estrangeiro”.

“Entre as principais conclusões que o Observador Cetelem Férias 2017 apresenta, destaque, ainda, para os 31% de portugueses que não preveem fazer férias neste período de Verão, principalmente, por motivos financeiros (55%) ou, apenas, por preferirem outros períodos do ano para descansar (21%). Entre as pessoas que passam férias “cá dentro”, a maioria (44%) fá-lo em casa de familiares. Já quanto a quem passa férias no estrangeiro, 75% dos inquiridos opta por um hotel. O preço, com 36%, e a localização, com 35%, são os fatores mais valorizados na escolha dos destinos”, revela ainda o Cetelem em comunicado oficial enviado para a redação do Economia ao Minuto.

Os portugueses que vão viajar para o estrangeiro estão a planear gastar uns impressionantes 1.465 euros durante as férias, um valor que cai para uma média de 950 euros entre quem passa férias em Portugal.

Recorde-se que ” o Observador Cetelem Férias 2017 tem por base uma amostra representativa de 600 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os géneros e com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos. Estes foram entrevistados telefonicamente, com informação recolhida por intermédio de um questionário estruturado de perguntas fechadas. O trabalho de campo foi realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen, entre os dias 11 e 15 de maio, e um erro máximo de +4,0 para um intervalo de confiança de 95%”.

Fonte: Noticias ao Minuto