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Os presidentes executivos da EDP e EDP Renováveis são suspeitos de corrupção ativa e passiva e participação económica em negócio.

Os presidentes executivos da EDP e EDP Renováveis são suspeitos de corrupção ativa e passiva e participação económica em negócio.

António Mexia e João Manso Neto foram constituídos arguidos na sequência das buscas efetuadas esta sexta-feira às instalações da sede da EDP, avança a SIC Notícias.

O Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) acrescenta que “o inquérito tem como objeto a investigação de factos subsequentes ao processo legislativo bem como aos procedimentos administrativos relativos à introdução no setor elétrico nacional dos Custos para Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC)”.

Os CMEC são uma compensação relativa à cessação antecipada de contratos de aquisição de energia (CAE)”, o que aconteceu na sequência da transposição de legislação europeia no final de 2004.

Contactada pela agência Lusa, fonte oficial da Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou que António Mexia e João Manso Neto foram constituídos arguidos na sequência de buscas realizadas nas sedes da REN, EDP e da consultora The Boston Consulting Group, no âmbito de um processo que investiga corrupção ativa e passiva e participação económica em negócio.

Fontes oficiais da EDP e da REN já haviam confirmado à agência Lusa buscas da PJ nas suas sedes, em Lisboa.

O Ministério Público é coadjuvado pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária.

Fonte: Noticiaias ao Minuto