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GNR

A Associação Socioprofissional Independente da Guarda (ASPIG/GNR) anda em alvoroço. De um lado, membros da direção que lançam acusações ao presidente, José Alho. Do outro lado, o presidente que garante que é tudo uma “cobardia”.

José Alho está a ser alvo de críticas por parte de alguns membros da direção da associação que preside desde 2008. Tudo porque, disse um elemento ao Notícias ao Minuto que preferiu manter o anonimato, “não há divisão de tarefas” e o presidente “tem tudo centralizado na sua pessoa”, assumindo “posições ditatoriais”.

Aproveitando a realização de uma reunião da direção da associação e da respetiva Assembleia-geral, que teve lugar na quinta-feira na sede da associação, em Lisboa, os contestatários expuseram as suas reivindicações.

“Há falta de reuniões da direção, os comunicados são elaborados pelo presidente sem conhecimento prévio das matérias pelos restantes membros da direção, houve uma reunião agendada com o MAI que foi desmarcada pelo presidente sem conhecimento prévio da direção, entre outras coisas”, referiu um dos elementos descontentes com o mandato de José Alho.

Segundo a mesma fonte, estes temas foram todos apresentados na reunião de quinta-feira, que antecipou a Assembleia-geral da Associação.

Contactado pelo Notícias ao Minuto, José Alho garante que “falou uma só pessoa e essa pessoa foi esclarecida”, lembrando ainda que foi “dado um voto de confiança aos atuais órgãos sociais” da associação na reunião de quinta-feira.

Sobre as críticas que lhe são feitas, o presidente da Associação é perentório: “Não respondo a denúncias anónimas. As pessoas têm de dar a cara”

“Ir para a comunicação social fazer denúncias anónimas é um ato de total cobardia. Não dar a cara é um ato de cobardia”, frisa, garantindo que o comunicado divulgado este sábado, a propósito dos temas discutidos na reunião, foi “apreciado por todos os elementos da direção e aprovado por todos”.

Fonte: Noticias ao Minuto